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Saúde mental e qualidade de vida são temas do segundo dia do Conojaf



A Saúde Mental e Qualidade de Vida foram tema do primeiro painel desta terça-feira (05), no 15º Congresso Nacional dos Oficiais de Justiça Avaliadores Federais (CONOJAF) e 5º Encontro de Oficiais Aposentados (ENOJAP), no Teatro Maria Sylvia Nunes, em Belém (PA).


Conduzido pelo Diretor de Aposentados da Fenassojaf, Isaac Oliveira, integraram a conversa as psicólogas Alena Pinheiro Sampaio e Virgínia Pinheiro, bem como a advogada Virna Queiroz Oliveira e o Oficial de Justiça Aposentado, Ivo Oliveira de Farias.


Na abertura, o diretor da Fenassojaf e presidente da Assojaf/PE lembrou que nossas emoções conduzem e guiam o nosso dia a dia. Virna Oliveira foi a primeira a falar a respeito da Saúde mental. De acordo com ela, nenhum ser humano sobrevive sem manifestar as suas emoções. “Quando falamos de cuidados, a responsabilidade é nossa e não do outro. A convidada indagou os participantes sobre os métodos para se promover os cuidados com a saúde mental e com a qualidade de vida diante de tantos desafios”.


A psicanalista Virgínia Pinheiro destacou que o Brasil está inserido como o maior país em números de adoecimento mental e ansiedade. A psicóloga lembrou que os quadros de depressão e transtornos mentais nunca foram tão exorbitantes como nos tempos atuais.


A profissional abordou a campanha Setembro Amarelo e explicou que suicida é aquele que sutilmente vai morrendo a cada segundo. “É preciso um olhar voltado para essa dor. O suicídio acontece a qualquer momento”.


No âmbito ocupacional, Alena Pinheiro abordou a qualidade de vida no trabalho, com ênfase nas depressões trazidas pelos casos de assédio institucional. A convidada trouxe para os participantes a ideia da humanização do trabalho e a importância de prezar as pessoas na atividade laboral.


Por fim, o Oficial de Justiça aposentado Ivo Oliveira deu mais informações sobre a campanha Setembro Amarelo e a importância da atenção para a luta contra o suicídio e a ajuda às famílias enlutadas. Em um breve relato, o servidor contou sobre sua experiência como pai enlutado e o trabalho via grupos de apoio para a ajuda dos familiares daqueles que tiram a própria vida.


O painel foi encerrado com 1 minuto de silêncio em homenagem a todos aqueles que se suicidaram, bem como a todas as famílias que seguem com essa dor.


Fonte: Fenassojaf

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